Quarta-feira, Novembro 18, 2009
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
Quinta-feira, Novembro 12, 2009
Explique-me lá isso se faz favor
Que eu não percebo se isso é uma pós-graduação ou uma pré-graduação, uma vez que a licenciatura veio depois...
Zé da Lela
Ainda a propósito do Muro

Que giro que é ouvir os estalinistas saudosistas relativizarem o Muro de Berlim com a existência de outros muros, nomeadamente os construídos na fronteira entre os EUA e o México, entre Israel e a Faixa de Gaza ou entre a Quinta da Marinha e a via pública. E é giro porque se esquecem que estes muros foram construídos para evitar entradas indesejadas ao passo que o primeiro foi criado para evitar fugas de gente descontente.
Curiosa esta estranha tendência das pessoas quererem entrar à força em sociedades corrompidas e decadentes e quererem fugir de sociedades felizes e prósperas...
Zé da Lela
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Sábado, Novembro 07, 2009
20 anos depois?
Agora que entramos nas comemorações dos 20 anos da queda do Muro de Berlim, cito de memória um provérbio popular russo, nascido já das cinzas da URSS:
"Tudo o que os comunistas diziam do comunismo era mentira! Mas tudo o que disseram do capitalismo era verdade!"
visto, acho, que [aqui]
pedro a.
"Tudo o que os comunistas diziam do comunismo era mentira! Mas tudo o que disseram do capitalismo era verdade!"
visto, acho, que [aqui]
pedro a.
Terça-feira, Novembro 03, 2009
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
E então tu sabes

Que tá tudo fornicado, quando às 8h45 da manhã, em plena Praça da Figueira, vês um tipo a erguer-se depois de defecar em plena via pública, com as calças p'ra baixo, ao mesmo tempo que tenta limpar a região anal com uma folha de jornal, o que lhe provoca inevitavelmente o balancear ostensivo da genitália. Tudo isto enquanto dezenas de transeuntes, mais ou menos apressados, passam, mais ou menos tranquilamente.
Zé da Lela
Terça-feira, Outubro 27, 2009
Este homem parece que andou aqui pelo estaminé...
«O «lobby» da subserviência» por Fernando Alvim, na edição de hoje do jornal Metro
"Existe um lobby em relação à subserviência que é pior do que todos os outros lobbies. Um lobby implica sempre algum talento por parte de quem o pratica, mesmo que seja tráfico de influência, armas ou dentes de marfim.
Um lobby pode ser um criminoso bom, uma série onde os maus são os heróis, olhem os “Sopranos”, olhem o “Dexter”, olhem um lobby ali. Daí que quando bem feito, possa ter a admiração de todos, como um pénalti marcado a 5 minutos antes do final do jogo, quando o Benfica precisava tanto, meu Deus.
Mas não, o lobby da subserviência não tem ponta de talento, limita-se a cumprir ordens, a citar frases dos outros, a dizer que sim a tudo: “sim chefe, claro chefe, com toda a razão chefe”.
O subserviente não tem ideias, quanto muito as suas ideias são o absoluto apoio às ideias da entidade patronal, essas sim muito boas. E o melhor de tudo, é que os patrões gostam mesmo. É melhor escolher alguém que nos diz sim a tudo, do que outro que possa eventualmente ir contra a nossa opinião e pior do que tudo – ter ideias. Os patrões não gostam de ideias, gostam, isso sim, que ajudem a executar as suas que são obviamente as melhores.
E assim, toda a espécie de subservientes está a chegar ao poder para grande consternação dos que ambicionam mudar alguma coisa. E não obtendo nunca o respeito de quem lidera, não conseguindo fazer uma única jogada que possa levantar um estádio, não dando uma única ideia que nos pareça original e vencedora, os subservientes ali se mantêm, dizendo sim a tudo, lambendo as botas de todos, não emitindo uma única opinião fracturante, levando a empresa a ficar tão desmotivada e frustrada quanto eles.
Até um dia: o dia em que obviamente serão substituídos por um subserviente tão bom ou melhor do que eles."
Zé da Lela
Segunda-feira, Outubro 26, 2009
E o Senhor disse:
"Baleai-vos uns aos outros como se não houvesse amanhã."
Ou não, pois, se calhar não terá dito...
Zé da Lela
Ou não, pois, se calhar não terá dito...
Zé da Lela
Sexta-feira, Outubro 23, 2009
Frases que ficam II

No auge da avalanche franquista durante a guerra civil espanhola, em Outubro de 1936, o filósofo e poeta basco Miguel de Unamuno y Jugo teve a ousadia de confrontar o odioso e mutilado general fascista Milan-Astray, perante uma plateia de apoiantes fortemente armados deste último, o que quase lhe valeu a execução sumária in sito.
A ideia central do breve discurso, pode ser sintetizada nestas frases:
"At times to be silent is to lie. You will win because you have enough brute force. But you will not convince. For to convince you need to persuade. And in order to persuade you would need what you lack: Reason and Right."
Ontem não consegui ficar em silêncio.
Zé da Lela





